#07 análise Blade Runner + projecto visual conceitual

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o que nos torna humanos de verdade?

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já parou pra pensar nisso? #filosófico
nas aulas de Arte e Cultura Visual (com minha querida professora, Sofia Dias, cá no mestrado), somos desafiados constantemente a repensar muitas coisas, principalmente com relação a arte. e desta vez, a ideia era simples: assistir uma seqüência de filmes – Blade Renner (um de 1982 e outro em 2017), analisar criticamente e criar algo livre, que representasse você, seu trabalho, estudos ou o que seja.

e eis que eu cheguei nessa questão aí de cima! \0/
então, lá vamos nós!
separa algumas horas (risos!) para se aprofundar na contextualização (ui!) do Thi aqui!

 


Blader Runner  – sinopses dos filmes

oliverthi_bladerunner-2019em Blader Runner 2019, a história passa-se no início do século XXI, onde uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. são conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte. a partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Harrison Ford) é encarregado de caçá-los.

 

 

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já em Blade Runner 2049, a história passa-se na California. após os problemas enfrentados com os Nexus 8, uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos. Um deles é K (Ryan Gosling), um Blade Runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles. após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), K descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um lho, mantido em sigilo até então. a possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.

 

 

 

minha análise + criação conceitual

um paralelo entre os lmes Blade Runner 2019 e Blade Runner 2049 mostra, em meu ponto de vista, um única questão central – afinal o que nos torna verdadeiramente humanos, comparados com os replicantes?
ambos lmes retratam o futuro, com alta tecnologia, robos evoluídos com o poder do sentir e que buscam algo que somente os humanos podiam ter até então – vida. um contraste com a realidade humana em tempos atuais, em que somos quase “escravisados”pela tecnologia, a qual nos substitui cada vez mais em diversas tarefas? talvez.
ostra, de um modo mais profundo, algo atemporal: todos querem e buscam viver e ter felicidade, sejam humanos ou não.

o natural e o artificial andam paralelamente, praticamente sem distinção, e voltamos a questão central levantada – o que ainda nos mantém, na perspectiva dos lmes, humanos reais?
de uma forma filosófica, seria a presença da alma, mas num mundo mais material é o simples facto de questionar, ter consciência e o ato de buscar respostas. respostas estas que a vida, em seu processo fluído e em constante dualidade, nos dá na busca, no centrar, dentro de nós mesmos, e fora, pelas vivências.

deste modo, e levando em consideração alguns pontos marcantes do filme – como a presença de tons escuros nos frames dos lmes, as luzes, o ar vintage oitentista – conectados a minha realidade e conceitos, (cores, formas geométricas, música, movimento), vida e percepção, resumo minha perspectiva de forma conceitual em Light – uma apresentação visual que tem o objetivo de ilustrar esta busca, dentro e fora de nós mesmo, com guras triangulares e brilhantes, em movimento aleatório e constante de dentro para fora ou vice-versa – o que depende de quem observa.

 

o triângulo, que simboliza o equilíbrio, a tríade do início, meio e m ou mesmo corpo, alma e espírito, é apresentado em uma espécie de caleidoscópio piscante e luminoso, uma espécie de construção interior de nós mesmos, em que cada peça seria uma experiência, uma vivência, trazendo sentimentos e sensações, respostas às perguntas, e até mesmo mais perguntas, em um ciclo in nito e constante, mas que, conforme se mantém, faz sentido, diferenciando assim nós humanos de qualquer outra criação.

 

os elementos escolhidos

triângulo
mesmo sendo um dos símbolos geométricos mais simples e fundamentais, o triângulo abrange uma gama de signi cados. ele é o símbolo da trindade dos deuses – Santíssima Trindade – nas culturas cristã, hindu, egípcia e babilônica e, por ser formado por três segmentos, o triângulo faz alusão também às tríades início, meio e m e corpo, alma e espírito.
dependendo de sua posição, o triângulo equilátero pode simbolizar algo distinto, mas no geral simboliza a harmonia e a divindade, o equilíbrio.

o triângulo equilátero para cima, além de simbolizar o elemento fogo, tal como mencionado acima, representa também o órgão sexual masculino. para os Hititas, esse símbolo representava o Sol, a fertilidade e a saúde, enquanto que para os Maias, simbolizava a montanha sagrada na arte Pueblo.
por outro lado, o triângulo equilátero para baixo simboliza o elemento água e a mulher, sendo que nas culturas romanas, gregas e indianas, representa o púbis ou órgão sexual feminino.
em algumas culturas, dois triângulos equiláteros unidos pela base, simbolizam as fases crescente e minguante da lua, enquanto que dois triângulos equiláteros unidos pelas pontas representam a união do feminino e do masculino, tal qual representado no símbolo do Yin Yang.

as cores
as cores são primárias e foram escolhidas para representar cada item da tríade: o vermelho – intenso e quente – para o corpo; o amarelo – luminoso e leve – para a alma; e o azul – tranquilo e sereno – para o espírito. e tais cores, apresentadas de forma luminosa, para se referenciar as cores prodominantes nos filmes.
de forma mais profunda, representam também os elementos naturais – o fogo (vermelho), o ar e a água (o azul) e a terra (o amarelo).

os movimentos aleatório e o formato mandala
o movimento na apresentação visual tem a função de exempli car os ciclos e vivências de cada ser, em constante mudança e movimento natural, onde se inicia e acaba (acende e apaga, ou muda de cor), exempli cando a intensidade do viver. cada triângulo pode representar pequenos fragmentos da vida, repetindo-se ou não, mas em movimento. também pode representar o buscar e se questionar, principalmente, com o movimento de dentro para fora, e o inverso.
com o movimento completo, uma mandala é formada, única e autêntica, representando a personalidade e, talvez, a alma do ser, que se renova, para recomeçar seu movimento de ciclo, início, meio e m, como um caleidoscópio que hipnotiza, e evoca sentimentos e sensações.

assim, nos aprofundemos em tudo o que talvez responda a questão principal da análise: a felicidade, a alma e o buscar, entendendo melhor tais conceitos e elementos.

 

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a felicidade

felicidade é o estado de quem é feliz, uma sensação de bem estar e contentamento, que pode ocorrer por diversos motivos. é um momento durável de satisfação, onde o indivíduo se sente plenamente feliz e realizado, ou sejam onde não há nenhum tipo de sofrimento.
a felicidade é formada por diversas emoções e sentimentos, que pode ser por um motivo especí co, como um sonho realizado, um desejo atendido, ou até mesmo pessoas que são conhecidas por estarem sempre felizes e de bom humor, em que não é necessário nenhum motivo especí co para elas estarem em um estado de felicidade.

felicidade na Psicologia
o psiquiatra Sigmund Freud defendia que todo indivíduo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa utópica, uma vez que para ela existir, não poderia depender do mundo real, onde a pessoa pode ter experiências como o fracasso, portanto, o máximo que o ser humano poderia conseguir, seria uma felicidade parcial.

felicidade na Filosofia
para o grego Aristóteles, a felicidade diz respeito ao equilíbrio e harmonia praticando o bem; para o também grego, Epicuro, a felicidade ocorre através da satisfação dos desejos; Pirro de Élis também acreditava que a felicidade acontecia através da tranquilidade. para o lósofo indiano Mahavira, a não violência era um importante aliado para atingir a felicidade plena.
para Lao Tsé, filósofo chinês, a felicidade poderia ser atingida tendo como modelo a natureza. já Confúcio acreditava na felicidade devido à harmonia entre as pessoas.

felicidade no Budismo
a doutrina religiosa budista também analisou a felicidade, que tornou-se um dos seus temas centrais. o budismo acredita que a felicidade ocorre através da liberação do sofrimento e pela superação do desejo, através do treinamento mental.

 

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uma sensação de bem estar e contentamento:
isso é felicidade!

 

Mas, do que realmente precisamos para sermos felizes?

todos nós temos necessidades físicas e emocionais que precisam ser satisfeitas para sermos felizes. isso significa que nossas necessidades precisam ser constantemente atendidas de alguma forma.
quando isso não acontece, sentimos uma espécie de vazio, uma sensação de que falta algo, e assim começamos a procurar formas de preencher este espaço.

no livro Stumbling on Happiness, o psicólogo e especialista em felicidade de Harvard, Dan Gilbert, aponta que o ser humano tende a superestimar aquilo que não tem e subestimar o que já conseguiu, da mesma forma que ele defende a teoria de que os nossos níveis de felicidade são estáveis depois de um tempo. identificar nossas reais necessidades pode ser um dos caminhos para reconhecer a felicidade.
além das necessidades físicas e emocionais (que podemos chamar de básicas,) todos nós também temos uma enorme necessidade de validação. Essa validação pode ser interna ou externa. sem perceber, acabamos criando necessidades puramente por precisar da validação dos outros. mas, será que essas necessidades são realmente importantes para que sejamos genuinamente felizes?

as necessidades externas estão geralmente relacionadas às aparências, como a compra de determinos objetos ou que interferem em nossas vidas, aparências, e outros. muitas dessas necessidades também são geradas pela nossa cultura atual. o problema é a frustração causada quando essas necessidades arti cialmente criadas não são atendidas acaba sendo muito maior do que o prazer de satisfazê-las.
as necessidades internas podem até ter como resultado as mesmas coisas, mas o motivo pelo qual você quer atingir é totalmente diferente.
quando suas metas são baseadas nas suas motivações internas, não importa o que os outros vão pensar. você está fazendo por você e isso geralmente aumenta nossa felicidade e inevitavelmente faz com que as pessoas reconheçam o nosso valor.

o grande problema é que nem sempre fazemos isso conscientemente. muitas vezes acreditamos que estamos perseguindo alguns objetivos por pura satisfação pessoal. por isso, a minha dica é que a cada vez que você estiver obcecado em conseguir algo, faça uma re exão honesta sobre qual é a real necessidade que aquilo que você tanto quer irá satisfazer. não será difícil chegar à conclusão de que muitas das nossas metas tem um fundo de validação externa.
para sofrermos menos e sermos mais felizes, precisamos aprender a identi car o que há por trás das coisas que julgamos essenciais para a nossa felicidade e principalmente, aprender a reconhecer e apreciar esses momentos quando eles acontecerem.

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a tríade holística: corpo, alma e espírito

nossa constituição é composta por três importantes elementos: Espírito, Alma e Corpo. Cada qual, em sua especi cidade, é parte fundamental deste conjunto, desta tríade que consideraremos com maior profundidade a seguir.

o Corpo é a parte material (que podemos também chamar de terrestre) que abriga a Alma e o Espírito. Entretanto, não se limita a isso. o Corpo, qual Templo do Espírito, possui em toda sua extensão, pontos que estão co-relacionados a outras partes do dele (mãos, pés e orelhas são um grande exemplo disso) e a toda nossa relação com absolutamente tudo à nossa volta. desde pontos que indiquem nossa relação familiar, a pontos que indiquem nossa relação com Deus (ou chame como força maior e superior Universal). desde pontos que demonstrem onde devemos trabalhar ou melhorar em nossa personalidade, a pontos que indicam nosso estágio e necessidades de evolução. tudo isso sem contar nos pontos de energia, também conhecidos como chakras.

sobre isso, há milhares de anos esse conhecimento havia sido revelado, inicialmente ao povo sumério, posteriormente ao povo egípcio e deste, o povo judeu se apropriou, aprofundou e aperfeiçoou, transmitindo-nos através de sua literatura cabalística (Sêfer-há-Zohar) um vasto, mas não conclusivo, estudo sobre as 10 Se rots (pontos de luz) trazendo à tona a relação do homem qual árvore da vida em busca do Divino.

muitos relacionam a Alma a um ser imaterial que sobrevive à morte e toma diferentes destinos, cada qual conforme a aplicação doutrinária das diferentes religiões que abordam o tema. Entretanto, se percorrermos pela história e levantarmos todos os seus registros sobre como a humanidade entende ou interpreta a alma, veremos que todos se encontram em uma essência.

em linhas gerais, podemos dizer que alma é o conjunto de todas as características (sejam elas físicas, mentais e de personalidade) de um ser racional. tais características são herdadas geneticamente e também são adquiridas ao longo do tempo em nosso convívio social. em outras palavras, a alma participa de um processo de crescimento e absorção que a torna algo mutável e cujo “conteúdo” poderá ser transmitido a gerações futuras, como também influenciará na evolução e desenvolvimento do Espírito, cujas características serão também por ele, parcialmente, carregadas.
exemplificando: andar é um ato físico do corpo. mas, a forma de andar (se puxa uma perna, se arrasta o pé, se os passos são largos ou não) é uma das atribuições da alma.

e o Espírito é a substância invisível, imortal que nos liga diretamente ao celestial, ao Divino e que está e estará em constante evolução até que atinja seu clímax e cumpra seu plano primeiro. é o Espírito que faz viver o Corpo e a Alma. e o Corpo e Alma deveriam viver para suprir as necessidades do Espírito.
os Espíritos são quais seres celestiais individualmente identi cados e que em suas divisões (insepultos ou servis, chamados, escolhidos e enviados) tem por objetivo cumprir seu papel e contribuir com a evolução dos mundos.
assim como o Universo está em constante evolução, Deus cria os Espíritos para habitarem nos seres racionais para que estes tragam evolução e desenvolvimento aos novos mundos. enquanto em sua existência em um determinado mundo, o Espírito busca manter a relação do Ser racional ao espiritual e trazer também métodos de crescimento intelectual, físico, material e emocional, fortalecendo a espécie e contribuindo com seu avanço de acordo com sua experiência adquirida e se for o caso, com a já trazida de outro mundo.

é aí que entra também o papel da Alma neste processo: grande parte das características herdadas e obtidas ao longo da vida do ser racional será carregada pelo Espírito. ou seja, experiências, experimentos, sucessos, fracassos, sentimentos, formas de agir, etc., serão parte do “conteúdo” do Espírito e esta composição poderá ou não (com maiores chances de sim) contribuir para a evolução de outro mundo.

e qual Espírito, este possui ainda plena condição de contribuir com o desenvolvimento do Corpo e da Alma, trazendo consigo a ligação com Deus e seu Espírito, que se comunicam e deveriam inspirar suas ações. O homem, de uma forma geral, ainda desconhece grande parte do poder que essa tríade – Corpo, Alma e Espírito – têm. mas, é correto afirmar também que isoladamente ou em pequenos grupos, homens e mulheres no decorrer da história da humanidade têm ampliado e dividido suas experiências com outros.
experiências como telepatia, telecinésia, auto-cura (para algumas dores e patologias), viagens não- corpóreas a diferentes locais ou tempos são exemplos de atividades que o espírito pode acionar e nós, conscientemente, dominarmos. obviamente, como tudo, é necessário crer, exercitar e principalmente, buscar, principalmente pelo saber e pelo compreender de sua existência.

 

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a alma, segundo a Antroposofia

a alma, distinta do corpo e do eu, constitui, pois, como que um elemento de ligação entre o eu e o mundo. o eu sente e age por esse instrumento. contudo, essa alma não é homogênea. ela possui faculdades que zeram gradativamente sua aparição no decorrer da História.
diremos que a alma se manifesta de três formas. para maior simplicidade, a Antroposofia fala até mesmo em três almas (Aristóteles e outros já haviam falado em várias almas), ou seja:

1. Alma sensível ou alma da sensação – traz a consciência das sensações, a vivência de uma impressão sensorial, por exemplo, de uma cor, de uma obra musical, de uma dor. por meio da alma sensível o homem vivencia o mundo.

2. Alma do intelecto ou do sentimento – por seu intermédio o homem formula pensamentos; põe em ordem as sensações recebidas, compreende o mundo, constrói o universo interno de representações mentais, de pensamentos e de idéias.a abstração e o pensar conceitual são resultados da existência dessa alma do intelecto. ciência e filosofia são seus frutos.

3. Alma consciente ou alma da consciência – traz ao homem a consciência dos conteúdos não- materiais do mundo (idéias) e de sua própria individualidade, bem como o choque entre seu ego e o mundo. ele se sente distanciado, abandonado; em consequência, sofre por seu isolamento, duvidando de tudo e não se dando mais por satisfeito com explicações fornecidas pela alma racional.

em resumo, a alma é a essência – não é visível, mas pode ser expressada como uma vida interior, ou seja, se revela dentro do ser humano a partir do observar e o investigar – a busca pelo conhecimento.

chegando assim a questão inicial levada em consideração – o que nos torna humanos de verdade – e que me instigou a compará-la aos lmes Blade Runner:

 

estrelas 2
a alma seria então, o fator que nos diferencia
de qualquer outro ser

 

como os Replicantes, por exemplo, e que atemporalmente existirá independente da época em que a humanidade existirá.

ufa!
acho que deu pra explicar né?
diz aê se curtiu!

 

com carinho,
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bibliografia / fontes de pesquisa:

NEUTE, Fernanda. Fêliz com a vida. Disponível em:
www.felizcomavida.com

GIUNCHI, Rosa. Antroposofy. Disponível em:
hwww.antroposofy.com.br/forum/dois-grandes- pilares-da-antroposo a-trimembracao-e-quadrimembracao

GUIMARÃES, Dilva. Signi cados. Disponível em:
www.signi cados.com.br/felicidade

GUIMARÃES, Dilva. Signi cados. Disponível em:
www.signi cados.com.br/holistico

ROSANA. Veronismo. Disponível em:
www.veronismo.com.br/esp%C3%ADrito-corpo-alma.php

LANZ, RUDOLf. Noções Básicas de Antroposo a. 7a edição, São Paulo. Editora Antroposófica, 2005.

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